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Coleção


“MCD foi pessoal. Foi uma revolta contra o padrão, um retorno explosivo e agressivo ao CORE”

Michael Tomson

“MCD foi pessoal. Foi uma revolta contra o padrão, um retorno explosivo e agressivo ao CORE”

Michael Tomson

No final da década de 70, os surfistas sul-africanos Michael e Shaun Tomson criaram na Califórnia a marca Gotcha. No fim dos anos 80, a Gotcha havia se expandido muito além do seu mercado específico: o que havia começado como uma marca segmentada e com personalidade, estava se tornando mainstream.

Michael Tomson percebeu que a Gotcha não poderia se manter neste ritmo de crescimento, pois a superdistribuição comprometeria os interesses da marca a longo prazo: a cada dia, perdendo prestígio entre os consumidores com mais atitude, mais personalidade. Tomson e o designer Jack Denny tiveram a ideia de criar uma nova marca-dentro-da-marca voltada exclusivamente para esse consumidor.Selecionaram os top riders do time da Gotcha para a MCD – africanos, australianos, californianos, havaianos – Martin Porter, Cheyne Horan, Dino Andino, Derek e Michael Ho, Mike Stewart, Brock Little, Matt Archbold, e Gerry Lopez. O novo super time entrou no estúdio de Mike Funk em Costa Mesa (Califórnia) para a monumental foto preta e branca em grupo, que levou o título de "Superior Mothers."

A atitude e a personalidade forte de cada um dos integrantes desse time de elite deu credibilidade para a marca entre os surfistas core. Eles eram a "divisão mais radical" da Gotcha – the more core division of Gotcha.

Em 1992, Michael Tomson decidiu separar a More Core Division, mantendo a Gotcha como uma marca desenvolvida para as grandes massas e a MCD desenvolvida pela e para a elite do surf mundial, e rapidamente estabeleceu uma reputação sólida como uma inovadora e arrojada marca de surf: existia um sentimento libertador em fazer o que você realmente acreditava.

Quando a campanha do Superior Mothers terminou, a maioria dos surfistas retomaram seus caminhos, exceto Matt Archbold. A marca produziu um vídeo sobre ele, intitulado Addiction. O nome aludiu ao compromisso de Archbold ao surfar: andar no limite. Filmado em preto e branco, misturava seu surf freestyle, sua imagem rebelde e a imagem de seu patrocinador.

Em 1995 a MCD chegou ao Brasil, exatamente com o mesmo conceito criado na Califórnia: oferecer aos surfistas brasileiros um modo de viver cheio de atitude, personalidade, estilo e comportamento.

A MCD conta hoje com linhas especiais em suas coleções, como a More Core Division, a Ace of Spades e a Core Ink (linha assinada por tatuadores). Uma coleção diferenciada no denim, com modelagens e lavagens exclusivas, assim como calças e bermudas de algodão na New Black Colors.

A Co(re)mmunity retrata um grupo de amantes da marca que materializam o way of life da MCD no seu dia-a-dia: tatuagens, rock, surf com manobras radicais, free thinking.

"O prestígio da MCD como uma marca comportamental ultrapassou fronteiras culturais do surf" Perry Farrel – líder da banda Jane's Addiction, criador do Lollapalooza e mentor da MCD original.


Core é autêntico antes de ser moda.

É puro mas não limpo.
Uma visão, não uma tendência.

Core são valores, não princípios.

Mitos, não lendas.

Core é o instinto acima do racional.


O Original na frente do novo.


É um modo de viver, não um estilo de vida.


Core é preto antes do branco.


Core é cru!


Core é atitude!

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